quarta-feira, 15 de maio de 2013

ensaio 08/05/2013



3 comentários:

  1. acho que nossas ações não estão claras - quase não são nada. Aquela história que levantamos de fazermos gestos que possam significar alguma coisa em si mesmos; gestos mais cotidianos, talvez.

    acho também que pensar já em um figurino pro ensaio e objetos para contracenar podem ajudar.

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  2. energias flutuantes, alguns picos seguidos de ligeiros abandonos, movimentos acessórios muito em destaque, ligando o que parecem ser os "principais", acessórios no sentido de sobrar muita coisa, movimentos residuais, e não no sentido interessante de residual, mas no sentido da Nina do Tchekov de que que eu faço com minhas mãos, o corpo em dúvida, e não uma dúvida planejada. O texto, seguindo o toque do Ramon e do Bruno, ainda num lugar duro, (não sei se todo o tempo), distanciar-se da palavra do conto pra se aproximar dela. Não gosto dos blocos de falas, agora um: blá blá blá, agora outro: blá blá blá, e outro: blá blá blá. Claro, a tendência é que interpenetremos esses discursos. Avante

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  3. O som incidental (e acidental) é um grande achado. Gosto muito do som da outra sala, das pessoas na outra sala. Isso se repete nos carros da praia do Flamengo, no Castelinho. Som intruso.

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